BLOG FACEIROS EM COLORADO

30-05-2009

CARTÃO DE VISITA


Escrito por magloo.silva às 08:24:03 PM
[] [envie esta mensagem] []


28-05-2009

EDUCAÇÃO INFANTIL

ARTE

MASSINHA COLORIDA

Vamos aos ingredientes:

  • 1 xícara farinha de trigo
  • ½ xícara sal
  • ½ xícara água
  • ¼ xícara vinagre
  • ¼ xícara guache.

E ao modo de fazer:
Misture a farinha de trigo com o sal. Aos poucos, vá acrescentando a água e o vinagre. Por último, acrescente a tinta guache. Se preferir, divida a receita ao meio e use duas cores de tinta guache, uma para cada porção de massa. Não se esqueça que ao dividir a receita ao meio, a quantidade de tinta também deve ser proporcional. Amasse tudo muito bem, até obter uma massa lisa.

Depois é só brincar!!!!

 Fonte: Projeto Arte na Escola PPD.


Escrito por magloo.silva às 05:38:49 PM
[] [envie esta mensagem] []



EDUCAÇÃO INFANTIL X SEXUALIDADE

EDUCAÇÃO INFANTIL & SEXUALIDADE NA INFÂNCIA:

O QUE PENSAM OS PROFESSORES?

- Dângella Dalinny Pereira Venâncio

- Flávia Santos de Arruda

- Sandra Patrícia Ataíde Ferreira

1. INTRODUÇÃO

Embora a temática sexualidade esteja presente nos meios de comunicação, nas discussões sociais, nas músicas, na literatura, ela ainda é, muitas vezes, tratada como algo proibido e inaceitável, especialmente, quando se trata do desenvolvimento da sexualidade infantil e suas expressões no espaço escolar.

 

A cultura tem forte influência no desenvolvimento da sexualidade dos indivíduos e a maneira como uma sociedade concebe e lida com ela se revela, por exemplo, no modo como os adultos reagem frente aos primeiros contatos exploratórios que as crianças fazem em seu corpo e que, em geral, é revestido de medo, culpa ou susto.

 

Essas atitudes ocorrem devido ao tipo de educação – influência cultural – que esses adultos receberam e de suas experiências pessoais, e isso pode repercutir na maneira como as crianças possam vir a praticar sua sexualidade na vida adulta, pois segundo a perspectiva vygotskyana: o processo de desenvolvimento nada mais é do que a apropriação ativa do conhecimento disponível na sociedade em que a criança nasceu, ou seja, é preciso que ela aprenda e integre em sua maneira de pensar o conhecimento da sua cultura. (DAVIS; OLIVEIRA, 1994, p.54).

 

A pouca circulação de informação sobre os comportamentos sexuais infantis, mostra o quanto o conservadorismo de uma cultura acerca deste assunto pode refletir sobre o ser humano e assim passar a ser reforçada/reproduzida pela família, pela religião e pela própria escola, dado às regras que cada sociedade cria, formulando assim parâmetros para o comportamento sexual dos indivíduos.

 

A importância de o (a) professor (a) tratar deste assunto com as crianças é que assim elas passam a compreender melhor como se dá a construção do corpo e as relações afetivas, visto que o desenvolvimento do ser humano ocorre a partir da interação de suas condições biológicas com outros indivíduos e com a cultura em que ele está inserido. Por isso ser relevante “(...) desenvolver no educador um olhar para a sala de aula, de modo a perceber nela o que ocorre de forma clara e o de forma não tão clara, porque a sexualidade está presente em nossas vidas, muitas vezes, de forma não explícita” (SILVA, 2002, p.34). Ou seja, o (a) professor (a) não deve apenas dominar os conteúdos programáticos das matérias pelas quais é responsável, mas também ser capaz de inserir temas transversais que fogem à especificidade que está habituado a lidar.

Onde encontrar mais informação:

 

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental.  Parâmetros Curriculares Nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual (vol. X). Brasília: MEC/SEF, 1997. p. 107-154.

CAMARGO, A. M. F. de; RIBEIRO, C. Sexualidade(s) e Infância(s): a sexualidade com um tema transversal. São Paulo: Moderna; Campinas, SP: Editora da Universidade de Campinas, 1999.

DAVIS, C.; OLIVEIRA, Z. de. A concepção Interacionista: Piaget e Vygotski. In: ____. Psicologia na Educação. São Paulo: Cortez, 1994 p. 49-54.

EGYPTO, A. C. Orientação Sexual na Escola: um projeto apaixonante. São Paulo: Cortez, 2003.

FREUD, S. (1905). Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade. Rio de Janeiro: Imago, 2002.

GUIMARÃES, I. Educação Sexual na Escola: mito e realidade. São Paulo: Mercado das Letras, 1995.

 

 


Escrito por magloo.silva às 04:51:51 PM
[] [envie esta mensagem] []



EDUCAÇÃO INFANTIL & SEXUALIDADE NA INFÂNCIA

 CONSIDERAÇÕES HISTÓRICAS, SOCIAIS E EDUCACIONAIS SEXUALIDADE NA INFÂNCIA:

O QUE PENSAM OS (AS) PROFESSORES (AS) DE EDUCAÇÃO INFANTIL?

Conforme Ribeiro (1996), tratar sexualidade como “objeto do conhecimento” não quer dizer dicotomizá-la do contexto no qual está inserida, pelo contrário, ela faz parte de um universo de relações do meio social, incluindo costumes, civilização, mitos e síntese de experiências vivenciadas. Conhecê-la significa organizar, estruturar e explicar, em um contexto de vida, as ações sobre os objetos que estão dentro de um sistema social historicamente construído.

Houve um tempo em que falar e fazer sexo não demandava muitas restrições. Durante o século XV e XVI era admitido que as pessoas satisfizessem suas necessidades sexuais para não pôr a saúde em risco; as trocas de carícias eram permitidas e, para acalmar as crianças, os pais masturbavam-nas. Com a ascensão da burguesia no século XVII, a sexualidade passa a ser vista como a união entre os sexos, ao amor, ao matrimônio e, principalmente, à procriação., mas que a vida sexual da criança costumava aparecer de forma mais acessível à observação no período de três ou quatro anos de idade.

Freud (1905) postulou o desenvolvimento sexual infantil em fases a partir da organização da libido - que é uma força quantitativamente variável que poderia medir os processos e transformações ocorrentes no âmbito da excitação sexual. A libido está apoiada em uma zona erógena corporal que “trata-se de uma parte da pele ou da mucosa em que certos tipos de estimulação provocam uma sensação prazerosa de determinada qualidade” (FREUD, 1905/2002, p. 61). A cada fase do desenvolvimento sexual corresponde uma estrutura biológica de base, havendo o deslocamento da zona erógena ao longo desse desenvolvimento. As fases ou estágios podem ser assim descritos (SHIRAHIGE; HIGA, 2004):

۩ Fase Oral (0-1 ano): a zona erógena principal, zona de prazer, é a boca, com lábios e língua.  Os objetos de prazer escolhidos são os seios, dedos, chupeta, alimentos etc. É através da boca, com o ato da sucção, que a criança passa a conhecer o mundo externo e estabelece contato sensorial com outra pessoa, permitindo assim, a formação da afetividade;

۩ Fase Anal (1-3 anos): nesta fase o ânus é a zona das tensões e gratificações sexuais. A sensação de prazer ou desprazer está relacionada à expulsão ou retenção das fezes, ou seja, a manipulação das mesmas. A criança evacua quando se sente aceita pelo ambiente - as fezes são dadas como prendas/recompensas -, e se nega a fazê-lo quando se sente assustada ou rejeitada;

۩ Fase Fálica (3-4 anos): a zona erógena são os órgãos genitais. Chama-se fálica pelo fato do pênis ser o principal objeto de interesse da criança de ambos os sexos. Nesta fase, surge o Complexo de Édipo, que é a relação de amor que a criança desenvolve com seu progenitor do sexo oposto, e impulsos de rivalidade e ciúme em relação ao progenitor do mesmo sexo. Este período também se caracteriza pelo aparecimento do Complexo de Castração, que no menino se revela sob o signo do medo da castração. Ele teme que seu pai, enciumado de seu relacionamento com a mãe, castigue-o, castrando-o. Na menina, o Complexo de Castração apresenta-se a partir do sentimento de angústia gerado pela descoberta da ausência do pênis. O Narcisismo, outro fenômeno que caracteriza essa fase, aplicado à primeira infância, é chamado narcisismo primário. Neste momento, a criança não relaciona sua libido com o mundo externo, ou seja, ela não distingue o “eu” e o “não-eu”. Sua única realidade é seu próprio corpo com suas sensações de frio, calor, sono, sede. A criança é para si mesma o objeto de amor;

۩  Período de Latência (5-6 a 11-12 anos): corresponde ao primeiro período de escolarização (1ª a 4ª série) que antecede a adolescência. A libido é deslocada dos objetos sexuais para o desenvolvimento intelectual e social das crianças, pois é neste período que se inicia a repressão da energia sexual;

 ۩ Fase Genital: apresenta-se na fase de adolescência, quando os impulsos sexuais reprimidos durante o período de latência são reativados. Nesta fase, o narcisismo é substituído por um amor que gere um relacionamento de satisfação mútua. A reprodução é a principal função e os aspectos psicológicos ajudam na realização desse objetivo.

 É importante salientar que a passagem de uma fase para outra não significa o desaparecimento total da anterior, ou seja, em vários momentos da vida as pessoas podem apresentar as marcas de uma determinada fase. O Pai da Psicanálise atribuiu ao âmbito educacional a responsabilidade de uma moral sexual repressiva, já que as crianças da época apresentavam noções de pudor, vergonha, pecado e inibição resultados das excessivas restrições pelas quais passavam. Para ele, as crianças deveriam receber informações sobre questões sexuais, sempre que demonstrassem interesse pelo assunto, pois não é negando-as que farão com que elas permaneçam puras, ao contrário, são os adultos que criam o mistério ao redor dos assuntos sexuais.

Os adultos costumam ficar embaraçados quando as crianças, por exemplo, perguntam como os bebês entram na barriga da mãe. Para responderem esse tipo de pergunta, antes de se deixarem influenciar pelas regras sociais comuns, eles deveriam ter consciência de que as crianças só querem satisfazer suas curiosidades. Os PCNs também deixam claro que a orientação sexual na escola não substitui, nem concorre com a função da família, mas antes a complementa.Embora as autoridades educacionais brasileiras tenham se sensibilizado sobre a importância desta temática na escola, incluindo nos PCNs a OS, quando isto diz respeito à Educação Infantil e Fundamental, torna-se bastante polêmica, pois muitos docentes conservam, ainda hoje, um posicionamento retrógrado. A escola reflete os padrões e normas de comportamentos vigentes na sociedade e, muitas vezes, acaba reproduzindo muito do que se passa no âmbito familiar e social como a omissão, repressão ou negação de questões de ordem sexual que surgem entre as crianças e os jovens.

A curiosidade infantil estende-se a todos os aspectos da vida, inclusive o sexual. Embora pareçam “assustadoras” para os adultos, essas curiosidades fazem parte da tentativa da criança entender os diferentes acontecimentos e pessoas do mundo ao seu redor, pois da mesma forma que ela aprende a andar e falar, ela vai aprendendo sobre seu corpo, suas sensações, seu gênero e sua sexualidade a partir desses questionamentos. Egypto (2003) argumenta que geralmente os (as) professores (as) não estão preparados (as) para tratar com esse tipo de situação e muito menos com a masturbação em sala de aula. Pantoni, Piotto e Vitória apud Rosseti-Ferreira (2003) discutem que o (a) professor (a) primário (a) sabe que a criança pequena muitas vezes se masturba em classe, cabendo a ele (a) saber diferenciar se esta masturbação é uma auto-exploração ou se ela está querendo alertar de que algo não vai bem. O alerta pode ser verificado quando o ato de se masturbar se torna freqüente e repetitivo, pois a criança pode estar usando esse recurso para mostrar que algumas de suas necessidades afetivas não estão sendo satisfeitas, por exemplo, falta de atenção, ansiedade, tristeza ou tédio.

Ela busca seu corpo para compensar o mal-estar, já que é uma fonte de prazer e alivia a tensão; ou para agredir o adulto ao fazê-lo. É necessário que o (a) professor (a) aborde o (a) aluno (a) para poder conversar com ele (a), investigar o que sente; ensinar o que é intimidade e que para tudo tem seu lugar e hora. Mas para isso, é preciso que o (a) docente conheça o desenvolvimento sexual infantil, respeite esta fase da criança e possa ter condições de promover projetos psicopedagógicos para auxiliar na construção da sexualidade e na orientação sexual das mesmas. Além de tudo isso, é necessário também que este (a) professor (a) receba formação contínua e supervisão para dar conta dessas questões, uma vez que, não é só quando o (a) professor (a) planeja que este assunto vai surgir; as crianças manifestam dúvidas sobre a sexualidade o tempo inteiro. O saber sexual, na maioria das vezes, não faz parte dos conteúdos curriculares da maioria dos cursos de graduação que formam estes (as) professores (as), resultando na inadequação da seleção, seqüenciação e desenvolvimento dos conteúdos. É preciso então que o (a) docente tenha contato com uma formação específica para prepará-lo (a) ao nível de conhecimento, metodologia e postura para trabalhar a sexualidade com as crianças a fim de “(...) possibilitar ao aluno autonomia para eleger seus valores, tomar posições e ampliar seu universo de conhecimento” (BRASIL, 1997, p. 123) em relação a este tema.

Enfim, as dificuldades em tratar sobre esse assunto precisam ser esclarecidas através de um trabalho educacional mais eficaz, ou seja, aponta-se a importância do diálogo sobre sexualidade dentro dos espaços escolares, bem como uma formação docente que contemple a questão da mesma, possibilitando que este tema seja abordado e discutido com as crianças sem preconceitos ou de maneira mais esclarecedora. Existe o conhecimento de que esta dificuldade em tratar sobre sexualidade com as crianças, no âmbito escolar, se expressa, muitas vezes, na falta de habilidade ou mesmo de crença dos (as) professores (as) em relação à existência da sexualidade em tenra idade; uma vez que “muitos consideram, ainda hoje, a abordagem das questões sexuais na escola como algo não-sadio, pois estimularia precocemente a sexualidade da criança” (CAMARGO, 1999:).

 Onde encontrar mais informação:

  • BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental.  Parâmetros Curriculares Nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual (vol. X). Brasília: MEC/SEF, 1997. p. 107-154.
  • CAMARGO, A. M. F. de; RIBEIRO, C. Sexualidade(s) e Infância(s): a sexualidade com um tema transversal. São Paulo: Moderna; Campinas, SP: Editora da Universidade de Campinas, 1999.
  • DAVIS, C.; OLIVEIRA, Z. de. A concepção Interacionista: Piaget e Vygotski. In: ____. Psicologia na Educação. São Paulo: Cortez, 1994 p. 49-54.
  • EGYPTO, A. C. Orientação Sexual na Escola: um projeto apaixonante. São Paulo: Cortez, 2003.
  • FREUD, S. (1905). Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade. Rio de Janeiro: Imago, 2002.G
  • GUIMARÃES, I. Educação Sexual na Escola: mito e realidade. São Paulo: Mercado das Letras, 1995.

Escrito por magloo.silva às 04:48:49 PM
[] [envie esta mensagem] []


26-05-2009

REFLEXÕES DE ONDE VEM?

 

O Mestre Sem Móveis  

         Em busca de instrução, um jovem homem viajara muitos meses atrás de um grande mestre que lhe haviam Indicado.

       Tinha a pele ressequida do sol, e os pés machucados de tanto caminhar, mais finalmente chegara à casa do grande sábio.

       Para sua enorme surpresa, a casa do grande dignitário não era mais que um humilde casebre, com chão de terra batida. E dentro dele não havia um único móvel.

        Apenas uma esteira servia de cama ao morador, estendida num canto da sala, e alguns livros.
       O candidato não conteve a curiosidade e perguntou:
- Mestre, onde estão os teus móveis?

O mestre respondeu com outra pergunta:

- E os teus, onde estão? 

- Os meus? – estranhou o candidato.

– mas eu só estou aqui de passagem.

E o mestre: E eu também.

 

Há uma parábola Zen-budista que narra o seguinte diálogo:
 - Todas estas montanhas, todos estes rios, a própria terra, de onde vêm? - pergunta o discípulo.
E o mestre:
- E a tua pergunta, de onde vem?


Escrito por magloo.silva às 07:48:39 PM
[] [envie esta mensagem] []



EXPERIMENTE OUTRA VEZ

EXPERIMENTE OUTRA VEZ

Quando as coisas estão erradas e o momento é de crise,
não pense que todos os esforços têm sido em vão, segue.
Talvez tudo seja para melhor.
Sorria...
E experimente outra vez.
Pode ser que o seu aparente fracasso
venha a ser a porta mágica que conduzirá
para uma nova felicidade que você jamais conheceu.
Você pode estar enfraquecido pela luta,
mas não se considere vencido.
Isso não quer dizer derrota.
Não vale a pena gastar o seu precioso tempo
em lágrimas e lamentos.
Levante-se.
Siga em frente outra vez.
E, se você guardar em mente o objetivo de suas aspirações,
os seus sonhos se realizarão.
Tire proveito dos seus erros.
Colha experiência de suas dores.
E então, um dia você dirá:
Graças a Deus.
"Eu ousei experimentar outra vez e reencontrei a paz, o amor e a felicidade."
Autor Desconhecido
 


Escrito por magloo.silva às 07:37:02 PM
[] [envie esta mensagem] []


25-05-2009

EDUCAÇÃO INFANTIL EM 4 ETAPAS

 

1º EIXO  ARTES NA EDUCAÇAO INFANTIL

A instituição deve organizar sua prática em torno da aprendizagem em arte, garantindo oportunidades para que as crianças sejam capazes de:

· Ampliar o conhecimento de mundo que possuem, manipulando diferentes objetos e materiais, explorando suas características, propriedades e possibilidades de manuseio e entrando em contato com formas diversas de expressões artísticas;
· Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos sobre diferentes superfícies para ampliar suas possibilidades de expressão e comunicação;

· Exploração e manipulação de materiais como lápis e pincéis de meios como tinta, água, areia e de variados suportes gráficos, como jornal, papelão, madeiras etc.
· Exploração e conhecimento de diferentes movimentos gestuais, visando a produção de marcas gráficas;
· Cuidado com o próprio corpo e dos colegas no contato com os suportes e materiais de artes.
· Cuidado com os materiais e com os trabalhos e objetos produzidos individualmente ou em grupo.

· Observação e identificação de imagens diversas.

 

2º EIXO:MATEMÁTICA

Proporcionar oportunidades para que as crianças desenvolvam a capacidade de:

Estabelecer aproximações de algumas noções matemáticas presente em seu cotidiano como contagem e relações espaciais.

A seleção de conteúdos matemáticos é importante na aprendizagem.Deve saber que:

Aprender matemática é um processo contínuo no qual as crianças estabelecem relações nas observações, e ações que fazem, desde cedo no seu ambiente físico e sócio cultural.

A construção de competência matemática pela criança ocorre no desenvolvimento de inúmeras outras naturezas diferentes como, comunicar-se oralmente, desenhar, ler, escrever, movimentar-se, cantar etc.

Contagem oral, noção de quantidade, de tempo e de espaço em jogos, brincadeiras e músicas junto com o professor e nos diversos contextos nos quais as crianças reconheçam essa utilização como necessária.

Manipulação e exploração de objetos e brinquedos, em situações organizadas de forma a existirem quantidades individuais suficientes para que cada criança possa descobrir as características principais e suas possibilidades associativas: empilhar, rolar, transvasar, encaixar etc.

 

3º EIXO: NATUREZA E SOCIEDADE

Explorar o ambiente, para que possa se relacionar com pessoas, estabelecer contato com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos, manifestando curiosidade e interesse.

Participação em atividades que envolvam histórias, brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais em geral;
Exploração de diferentes objetos e suas propriedades;
Contato com pequenos animais e plantas;
Conhecimento do próprio corpo por meio do uso e da exploração de suas habilidades.

  1. e desperta nelas o senso de limpeza;
  2. Os jogos de silêncio e imobilidade são ótimos como exercícios de controle motor e auto-domínio;
  3. Os brinquedos cantados são atividades de grande valor para a idade pré-escolar;
  4. Brincadeiras ao ar livre devem começar com uma breve explicação da importância das árvores, animais, amizades, nossa família, etc. Isso desperta nas crianças amor à natureza e senso de cooperação.
  5. Brincar de cuidar das plantas, regar o jardim, etc, são excelentes meios de despertar a sensibilidade ecológica, ou respeito à natureza, de todas as faixas etárias.

 

4º EIXO  LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

· Participar de variadas situações de comunicação oral;
· Interessar se pela leitura de histórias;
· Familiarizar se com a escrita por meios de livros, revistas, história em quadrinhos, etc.
· Uso da linguagem oral para conversar, relatar suas vivencia e expressar desejos, vontades, necessidades.
· Participação em situações de leitura de diferentes gêneros feita pelos adultos.
· Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita
· Observação e manuseio de materiais impressos.
Lembretes  Didáticos:
· As diversas situações cotidianas que o adulto fala com/ou perto da criança, permitem que a criança conheça e apropria-se do universo discursivo.
· O professor tem de manter sempre um diálogo com o bebê e criança.
· O adulto tem de utilizar a fala de maneira clara sem infantilizar ou imitar o jeito da criança.
· O Professor pode se apropriar de varias maneiras para estimular a linguagem em sala, através da música, do canto e a escuta de histórias.
· O professor pode orientar os pais, para compartilhar essa nova descoberta da criança em casa.
· O professor deve ampliar as condições da criança de manter-se no próprio texto falado. Para tanto, deve escutar a fala da criança, deixando-se desenvolver por ela.
· O professor pode funcionar como apoio ao desenvolvimento verbal das crianças.
· O professor tem um papel importante de “evocador” de lembranças.
· A tarefa da educação infantil é ampliar e ser continente da fala das crianças para que ela se torne competente como falante.


Escrito por magloo.silva às 12:10:02 AM
[] [envie esta mensagem] []



EDUCAÇAO INFANTIL  DE 0 A 3 ANOS

- Com a evolução da educação infantil e com as experiências de trabalho desenvolvidas na escola, houve uma nova  concepção de educação e ensino de 0 a 3 anos,com o avanços dos estudos sobre a criança pequena por grandes pesquisadores que irá orientar com clareza todas as suas ações, a esclarecer aos pais e outros profissionais sobre a concepção de educação adotada e os resultados obtidos.

- Realiza seu trabalho cotidiano baseando-se em pensamentos, valores e normas, métodos de trabalho e recursos inspirados na concepção de educação e ensino da equipe. Busca sistematicamente conhecer outras concepções educacionais e outras experiências de educação infantil desenvolvidas em outros contextos e, eventualmente, aproveita aspectos que venham contribuir com a sua própria experiência.

- Considera o contexto sociocultural e familiar de seus alunos ao programar e desenvolver ações educativas grupais e individuais, identificando necessidades especiais. Assim, cria múltiplas oportunidades de exploração e de aprendizagem espontânea, preservando e estimulando a curiosidade e criatividades próprias dos primeiros anos de vida.

- Desenvolve estratégias de aproximação das crianças com a natureza, aproveitando seu potencial exploratório, desenvolvendo a observação, o respeito à natureza e o interesse por questões de preservação ecológica e ambiental. Além disso, respeita e apóia aptidões, gostos e interesses individuais.

- Acompanha e apóia o processo de desenvolvimento global (físico, emocional, afetivo, cognitivo) da criança, estimulando sua passagem da heterônoma para a autonomia.             Orienta e acompanha o processo de socialização das crianças, estabelecendo com elas regras e limites claros, construindo código ético de comportamento a partir das experiências grupais, de acordo com a faixa etária.

- Estimular a autonomia na busca de soluções para problemas. Esse lema permeia os projetos  que serão desenvolvidos do decorrer do ano. Para as salas com crianças de 3 anos, a proposta será elaborada juntamente com os educadores .

 ORGANIZAÇÃO

         A prática da Educação Infantil será organizada de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

·       Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

·       Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar;

·       Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua auto-estima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;

·       Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;

·       Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para sua conservação;

·        Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

·    Utilizar as  diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita), ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas idéias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;

·       Valorizar algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação rente a elas e valorizando a diversidade.

 PLANEJAMENTO

DIA-A-DIA: Como fazer da rotina uma aliada?

Ø      Prever, passo a passo, as tarefas a desempenhar dentro e fora da classe ajuda a obter os resultados esperados;

Ø      Preparar cada aula, organizar o material didático, levantar diferentes recursos para ensinar um conteúdo e cuidar da ambientação da sala - sem abrir mão da formação continuada. São muitas as atividades que constroem o dia-a-dia do professor;

Ø      Orquestrar todas com maestria é a chave para atingir os objetivos;

Ø      Ter um jeito próprio de se organizar;

Ø      Não existe certo ou errado quando se fala em rotina profissional. Cada professor precisa descobrir as ferramentas que melhor se encaixam ao seu estilo de trabalho. Pode ser um bloco do tipo agenda, um caderno tradicional ou um arquivo de computador;

Ø      Planejar com antecedência, bem como separar o material didático previsto para ser usado na semana seguinte e reservar um dia para rever o roteiro de atividades é sempre bom para garantir que nenhum detalhe seja esquecido;

Ø      Reservar espaço para estudar, até mesmo manter-se atualizado, tanto em relação aos conteúdos quanto à prática de sala de aula, é fundamental. Você pode fazer um mestrado, uma especialização ou apenas estabelecer uma rotina de estudos em casa (com muitos livros e pesquisa via internet). O que vale é crescer sempre;

Ø      Organizar o espaço. As atividades previstas para o dia serão desenvolvidas individualmente ou em grupos? Prever a melhor maneira de ambientar a sala de aula é o primeiro passo;

Ø      Compartilhar o planejamento? "Contar aos alunos o que será feito ao longo do dia é importante por dois motivos. Em primeiro lugar, porque eles ficam mais confortáveis, sem aquela euforia de 'o que será que vem agora?'. Depois, porque faz com que saiam da postura passiva de quem está sempre aguardando um comando";

Ø      Prever atividades extras_ Nem tudo sai conforme o previsto, certo? Portanto, ter na manga algumas tarefas capazes de envolver a turma é sempre bom. No dia-a-dia, isso vale também para aqueles alunos que sempre terminam tudo antes dos outros - mas não podem ser deixados de lado;

Ø      Antecipar a aula seguinte_ Encerrar o dia informando o que será realizado no dia seguinte é uma ótima idéia;

Ø      Trocar idéias na escola_ Reuniões com os colegas, a coordenação pedagógica e a direção são fundamentais para revisar o planejamento e encaminhar as questões mais relevantes.


Escrito por magloo.silva às 12:06:54 AM
[] [envie esta mensagem] []


24-05-2009

Desordens comuns na Adolescência:

ANOREXIA

       A Anorexia Nervosa é um transtorno alimentar caracterizado por limitação da ingestão de alimentos, devido à obsessão de magreza e o medo mórbido de ganhar peso.
A idade média para o início da Anorexia Nervosa é de 17 anos, com alguns dados sugerindo picos aos 14 e aos 18 anos.
A CID-10 (Classificação Internacional de Doenças) recomenda que a pessoa tenha um Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou inferior a 17,5 kg/m2 sugestivo de anorexia.

Distorção da imagem real :

Os pacientes anoréticos acham que têm um excesso de peso global, independentemente dos resultados contrários da balança. Outros percebem que estão magros, mas ainda assim se preocupam com o fato de certas partes de seu corpo, particularmente abdômen, nádegas e coxas, estarem "muito gordas".

Supressão das menstruações (amenorréia) secreção de estrógenos = secreção de hormônio folículo-estimulante([FSH) e hormônio luteinizante (LH)
jovens pré-púberes, o aparecimento de menstruações (menarca) pode ser retardada pela doença.

A preocupação crescente com alimentos corre juntamente com a diminuição no consumo.


TRANSTORNOS ASSOCIADOS
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quando seriamente abaixo do peso, muitos pacientes com Anorexia Nervosa manifestam sintomas depressivos, tais como humor deprimido, retraimento social, irritabilidade, insônia e interesse diminuído por sexo.
A anorexia nervosa pode levar à morte em conseqüência das alterações orgânicas e metabólicas secundárias à desnutrição e desequilíbrio eletrolítico.

Diagnósticos:
Recusa a manter o peso corporal em um nível igual ou acima do mínimo normal adequado à idade e à altura.
Medo intenso de ganhar peso ou se tornar gordo mesmo com o peso abaixo do normal.
Nas mulheres pós-menarca, amenorréia, isto é, ausência de pelo menos três ciclos menstruais consecutivos. (Considera-se que uma mulher tem amenorréia se seus períodos ocorrem apenas após a administração de hormônio, por ex., estrógeno.)

TIPOS
Tipo Restritivo: durante o episódio atual de Anorexia Nervosa, o paciente não se envolveu regularmente em um comportamento de comer compulsivamente ou de purgação (isto é, auto-indução de vômitos ou uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas).
Tipo Compulsão Periódica/Purgativo: durante o episódio atual de Anorexia Nervosa, o paciente envolveu-se regularmente em um comportamento de comer compulsivamente ou de purgação (isto é, auto-indução de vômito ou uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas).

TRATAMENTO

O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Dieta hipercalorica e com reposição de eletrólitos.
A psicoterapia individual é indicada visando a modificação do comportamento, das crenças e dos esquemas falhos de pensamento.

BULEMIA

Uma compulsão periódica, definida pela ingestão, num período limitado de tempo, de uma quantidade de alimento definitivamente maior do que a maioria dos pacientes consumiria sob circunstâncias similares.
Ataques de hiperfagia (comer muito), incluindo doces e alimentos com alto teor calórico, tais como sorvetes ou bolos.
A taxa de prevalência da bulimia nervosa é de 2 a 4% entre mulheres adolescentes e adultas jovens. A grande maioria dos pacientes com bulimia nervosa é do sexo feminino, na proporção de 9:1.
Característica essencial da Bulimia Nervosa é o uso recorrente de comportamentos compensatórios inadequados para prevenir o aumento de peso.
A técnica compensatória mais comum é a indução de vômito após um episódio de compulsão periódica. Este método purgativo é empregado por 80 a 90% dos pacientes com Bulimia
Os pacientes com Bulimia Nervosa podem jejuar por um dia ou mais ou exercitar-se excessivamente na tentativa de compensar o comer compulsivo.
A propaganda dos regimes convence o público de que o corpo pode ser moldado. Assim, a busca pelo corpo perfeito tem se manifestado em três áreas: nutrição/dieta, atividade física e cirurgia plástica.

TIPOS
Tipo Purgativo: o paciente se envolveu regularmente na auto-indução de vômito ou no uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas durante o episódio atual.
Tipo Sem Purgação: o paciente usa outros comportamentos compensatórios inadequados, tais como jejuns ou exercícios excessivos, mas não se envolveu regularmente na auto-indução de vômitos ou no uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas durante o episódio atual.

TRANSTORNOS ASSOCIADOS


Os pacientes com Bulimia Nervosa apresentam uma freqüência maior de sintomas depressivos (por ex., baixa auto-estima, insegurança) ou Transtornos do Humor (particularmente Transtorno Distímico e Transtorno Depressivo Maior). Também pode haver maior freqüência de sintomas de ansiedade (por ex., medo de situações sociais) ou Transtornos de Ansiedade. Esses distúrbios do humor e de ansiedade comumente apresentam remissão após o tratamento efetivo da Bulimia Nervosa.
 

 

A Gravidez na Adolescência

Serviço de Atendimento ao Profissional - Saúde Pública.

A adolescência é um dos períodos mais desafiadores no desenvolvimento humano. Ela é considerada especialmente vulnerável em termos nutricionais por vários fatores: o aumento da demanda de nutrientes devido ao crescimento acelerado e a mudança no estilo de vida.

 A adolescência é a fase em que se formam padrões de comportamentos e desenvolve-se atitudes em função de diversas situações, sociais,econômicas ou mesmo ambientais, que determinam a saúde presente e futura ( Magalhães,1997)

 O estado nutricional do indivíduo é determinado por fatores biológicos, sociais, econômicos, culturais e históricos. Entre adolescentes pode interferir diretamente na saúde, inclusive determinando sérios agravos para a vida adulta ( Oliveira, 2000).

 Nesta fase, como visto em muitos estudos atuais, existe uma alta prevalência de obesidade, traduzindo uma transição nutricional; e também alta prevalência de gravidez, decorrentes de causas diversas, podendo estar relacionada à falta de orientação sexual, ou mesmo a fatores psicossociais.

 

Gravidez

 A puberdade marca o início da vida reprodutiva da mulher, sendo caracterizada pelas mudanças fisiológicas corporais e psicológicas da adolescente. Uma gravidez na adolescência provoca mudanças maiores ainda na transformação que já vinha ocorrendo de forma natural.

 A gravidez na adolescência é, portanto, um problema que deve ser levado muito a sério e não deve ser subestimado. Segundo os dados do IBGE, desde 1980 o número de adolescentes entre 15 e 19 anos grávidas aumentou 15%. Só para ter idéia do que isso significa, são cerca de 700 mil meninas tornando-se mães a cada ano no Brasil. Desse total, 1,3% são partos realizados em garotas de 10 a 14 anos.

 No Brasil, a cada ano, cerca de 20% das crianças que nascem são filhas de adolescentes, encontramos nos dias de hoje três vezes mais garotas com menos de 15 anos grávidas que na década de 70.

 A Pesquisa Nacional em Demografia e Saúde, de 1996, mostrou um dado alarmante; 14% das adolescentes já tinhas pelo menos um filho e as jovens mais pobres apresentavam fecundidade dez vezes maior. Entre as garotas grávidas atendidas pelo SUS no período de 1993 a 1998, houve aumento de 31% dos casos de meninas grávidas entre 10 e 14 anos. Nesses cinco anos, 50 mil adolescentes foram parar nos hospitais públicos devido a complicações de abortos clandestinos. Quase três mil na faixa dos 10 a 14 anos.

 No Brasil, o parto é a primeira causa de internação de adolescentes no sistema público de saúde, já que o processo do parto pode ser dificultado por problemas anatômicos e comuns da adolescente, tais como o tamanho e conformidade da pelve, a elasticidade dos músculos uterinos, os temores, desinformação e fantasias da mãe ex-criança, além dos importantíssimos elementos psicológicos e afetivos possivelmente presentes.

 Em 1996, 14% das jovens com menos de 15 anos já tinham pelo menos um filho; e de cada 10 mulheres que hoje têm filhos, duas são adolescentes.

 Em uma gestante adolescente podem ocorrer complicações tanto para ela como para o bebê, pois segundo Gama et al, 2001, a porcentagem de nascimentos de recém nascidos de baixo peso é muito maior quando a mãe é adolescente. A suplementação da dieta durante a gravidez pode tomar a forma adicional, proteína, vitaminas ou minerais que excedem sua ingestão diária.O ganho de peso recomendado durante a gravidez pode ser levemente maior para a adolescente do que para adulta, porque seu próprio corpo ainda está em processo de formação.

 É recomendado que adolescentes, na média, ganhem de 10 a 15 kg durante a gravidez; o ganho de peso recomendado é individualizado dependendo do peso pré-gravidez e idade ginecológica, sendo que as adolescentes grávidas estão na idade ginecológica jovem (definida como: número de anos entre o início da menstruação e a data da concepção).

 Um método clinicamente prático de garantir a adequação nutricional é encorajar a adolescente grávida a ganhar a quantidade recomendada de peso, consumindo alimentos ricos em nutrientes, Já que nesta fase conturbada, as adolescentes não estão apenas maturando fisicamente como também cognitiva e psicossocialmente, além disso, elas procuram sua identidade, lutam por independência e aceitação e estão preocupadas com a aparência.

 Ao engravidar, a jovem tem de enfrentar, paralelamente, tanto os processos de transformação da adolescência como os da gestação, representando uma sobrecarga de esforços físicos e psicológicos muito grande.

  

Referências Bibliográficas

 Mahan LK, Stump SE. Krause. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 10 ed. Roca: São Paulo, 2002.

 


Escrito por magloo.silva às 11:41:58 PM
[] [envie esta mensagem] []



DICAS ESPECIAIS AOS PROFISSIONAIS DE CRECHE

INTOLERÂNCIA À LACTOSE


Caracterizada como a incapacidade do organismo para processar o açúcar que o leite contém, conhecida como lactose. A ausência da enzima Lactase, produzida pelo organismo e que "digere" este açúcar é maior explicação para este distúrbio metabólico.
Como conseqüência, entre meia e duas horas após o consumo do leite, se apresentam os sintomas da intolerância: diarréia, inchaço, náuseas, gases e cãimbras estomacais.
O maior avanço no que se refere à intolerância à lactose foi a compreensão de sua etiologia hereditária e a extensão da mesma sobre a população mundial.
As pesquisas demonstram que esta adaptação é geneticamente transmitida por um gen recessivo e não deve ser considerada uma doença e sim um comportamento comum em fisiologia humana.
Diagnóstico:
- Teste de intolerância a lactose: o paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, durante as horas seguintes, amostras de sangue do paciente indicam os níveis de glicose.
- Teste de hidrogênio na respiração: se toma uma bebida com uma alta quantidade de lactose e se analisa o hálito de tempo a tempo. Se o nível de hidrogênio aumentar significa um processamento incorreto da lactose no organismo.
- Teste de acidez nas fezes: quando a lactose não é bem digerida, são produzidos ácidos que podem ser detectados nas fezes.
- O mais importante ao se detectar esta intolerância é tentar atingir a quantidade de cálcio necessária à criança através de outros alimentos ou alimentos enriquecidos ou até mesmo suplementos.

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL : ( PESO, ESTATURA, IMC E DOBRAS CUTÂNEAS ).
IMPORTÂNCIA DO CARTÃO DA CRIANÇA
DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL
Percentis: é a distribuição dos indivíduos de uma determinada amostra populacional em relação às medidas antropométricas. A freqüência em que um determinado peso ou estatura ocorrem em um dado grupo de acordo com o sexo, faixa etária ou estado fisiológico. O percentil 50 é considerado ideal, pois considera que 50% da população, apresentam o valor referido, indicando portanto, “normalidade” naquela população.
HORA DA REFEIÇÃO

  • LOCAL: Calmo, com os pais, amigos, em mesas.
  • ALIMENTO: Cru, cozido, sem corantes, sem muito condimento
  • PREPARAÇÃO: As frutas devem ser bem lavadas; as papinhas devem ser feitas próximas a refeição; o mais prazeroso possível.
  • PORÇÃO: Pequenas e proporcionais às necessidades.

Recomendações:
- Energia: não varia com o sexo, somente com o peso e altura (olhar tabela em anexo para calcular por peso ou altura)

 Proteínas: para suprir as necessidades de manutenção e prover o crescimento ideal.

 Carboidratos: 55 a 60% do VET / 5g/kg/dia (mínimo)
 Lipídios: 25 a 30% do VET (0,5 a 1g/kg/dia, Heird, 1999)
Cuidado para não privar a criança com este nutriente com medo da obesidade! Criança = gasto maior= energia gorduras
Necessidade de ac.graxos essenciais e vitaminas lipossolúveis.
Ferro: 1-3 anos = 15 mg/dia 4-6 = 10 mg/dia
Em caso de anemia ( hemoglobina abaixo de 11g/dl) já é necessário 3 a 4 mg de sulfato ferroso + alimentação
Vitamina D: 10mcg ou 400 UI/dia
Vitamina B12: 1-3 anos = 0,7 mcg/dia 3- 6 anos = 1,0 mcg/dia
Vitamina C: 1-3 anos = 40 mg/dia 4-6 = 45 mg/dia
Folato:1-3 anos = 50 µg/dia 4-6 anos = 75µg/dia
Riboflavina: 1-3 anos = 0,8 mg/dia 4-6 = 1,1 mg/dia
Tiamina: 0,5 mg/1000kcal
Cálcio: 1-6 anos = 800 mg/dia
Zinco: 1-6 anos = 10 mg/dia.

 

ADOLESCENTES (11a 18 anos)

Período de grande atenção no desenvolvimento e crescimento da criança que envolve alterações fisiológicas caracterizada como a fase da maturação e da puberdade.
Adolescência ? puberdade

A alteração fisiológica nesta fase é tão rápida, quanto no início da infância.

Estirão de crescimento ou estirão da puberdade varia entre as meninas e os meninos e também é inter-individual.
Meninas = 12 a 15 anos (13,5 anos)
Meninos = 11 a 13 anos (11,5 anos)

Necessidades Nutricionais X idade fisiológica ? idade cronológica = Maturação sexual
Meninas: menarca =13,2 anos (INAN,1990)= tecido adiposo + aporte de ferro
Meninos: ganham tecido muscular até o final da adolescência.

As necessidades dependem de:
-Composição corporal, atividade física, fase de crescimento e variabilidade individual.
E estão vinculadas à:
- ritmo acelerado de crescimento, maior proporção de massa magra, menor proporção de massa adiposa, aumento da atividade física e maturação esquelética.
- Energia
 

Carboidratos:
55% do VET
Lipídios:
No máximo 30% do VET (20% de poli e monoinsaturados)
Proteína: 1,2 g/kg
Fibra( American Health Foundation) :
ingestão mínima = idade + 5 / Ingestão máxima = idade + 10
Vitaminas e minerais: normalmente os adolescentes atingem o recomendado. Porém pode-se observar que o ferro, o cálcio(1200 mg/dia) e o zinco não são ingeridos nas quantidades recomendadas.
Zinco e Ferro: vinculado aos componentes anti-nutricionais da dieta: excesso de fósforo, cafeína...
Ferro: 12 mg para os meninos e 15 mg para as meninas.

Recomendação das porções dos grupos:
Leites e derivados = 4/dia
Carnes = 2/dia
Frutas e Vegetais = 4/dia
Cereais = 4/dia
Fatores de riscos nutricionais (levando à carência ou excesso de nutrientes):
mudança na composição corporal
drogas
gravidez
atividade física em excesso ou ausência
alcoolismo
tabagismo
omissão de refeições
consumo frequente de lanches e fast-foods.


Escrito por magloo.silva às 11:30:47 PM
[] [envie esta mensagem] []



DICAS DE ALIMENTAÇÃO

DICAS DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

A CRIANÇAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

 

Crianças(de 0 a 6 anos)


Características e tarefas importantes desta fase:

  • menor apetite x necessidades menores para o crescimento, porém as atividades
  • mastigação = erupção dos dentes
  • deixar pegar a colher sozinha
  • volume gástrico de 200 a 300 ml
  • comida da creche X comida de casa
  • horários regulares para as refeições
  • diminuir as calorias vazias
  • participação nas refeições familiares
  • “finger-food” = coordenação motora
  • a partir dos 2 anos de idade = fase crítica de rejeição = personalidade
  • Apetite para fast-food
  • Apetite inconstante
  • a partir dos 2 anos aumentar o pedaço dos alimentos

Fatores que influenciam a ingestão alimentar da criança:
Ambiente familiar, mídia, colegas e mal-estar ou doença.

Inapetência verdadeira = ingestão alimentar insuficiente para as necessidades nutricionais, baixo peso em relação à estatura, diminuição do ritmo de crescimento, e independente da presença da mãe ou do local das refeições.

Características da dieta :

  • Aproximadamente 500 ml de leite integral/dia;
  • 2 porções de carnes ou substitutos;
  • 2 porções de fruta, sendo uma fonte de vitamina C, além dos sucos;
  • 2 porções de legumes (crus e cozidos), sendo um fonte de vitamina A.
  • Fracionamento: maior possível com poucas quantidades

Embora as crianças com menos de dois anos não devam comer muita gordura, não há necessidade de que adotem uma dieta com poucas gorduras. Elas necessitam de muita energia para crescer, parte da qual pode ser fornecida pelas gorduras. Com cinco anos deverá estar comendo um cardápio balanceado similar àquele consumido pelo resto da família.

Escolares (7 a 11 anos)

Ganho de peso (até 20% da relação peso/estatura) acima do ideal por volta de:
Meninas = 8 a 10 anos
Meninos = 11 a 13 anos
Processo de repleção energética que antecede o estirão da puberdade.
Problemas nutricionais mais freqüentes:
Cárie
Baixo peso
Alergias e intolerâncias alimentares*
Obesidade


Escrito por magloo.silva às 11:24:28 PM
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
 
 
       
   



BRASIL, Norte, COLORADO DO OESTE, centro, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Italian, Coleções e miniaturas, Bebidas e vinhos, ler
MSN -







Histórico
Categorias
  Todas as mensagens
  Objeto de Desejo



OUTROS SITES
    UOL - O melhor conteúdo
  BOL - E-mail grátis
  Painel Temático Blog da Glorinha
  blog Faceiros em Colorado
  EDUCA REDE
  VIDEOS D+
  Educação Infantil
  SALA DOS PROFESSORES EDUCAÇÃO INFANTIL
  MEU ALBUM
  MONTAGEM DE FOTOS
  PORTAL DO GOVERNO RONDONIA
  BLOG ESCOLA
  BLOG EPAR
  religioso
  Blog Gestar II Professora Valdecira
  GUIA DE MIDIAS
  JESUS CRISTO - CRISTIANISMO
  ONG FUTURO
  BLOG ENSINAR EXIGE ALEGRIA
  Gifs Isa
  Meio Ambiente BLOG
  RADIO E MEIO AMBIENTE
  FLORESTANIA BLOG
  Blog Minha Paixao
  Gente que Educa
  COLORADO AGITOS
  OFICINA DE CRIATIVIDADE
  RELIGIOSO
  BLOG PÃO DURO


VOTAÇÃO
    Dê uma nota para meu blog